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FAQ

As informações aqui publicadas podem sofrer alterações sem aviso prévio.

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Sistemas de Ponto Eletrônico

  1. Quais os principais itens que devo considerar ao adquirir um REP?

    1ª - Resistência física
    É importante que o gabinete seja robusto, construído com material muito resistente, capaz de suportar impactos, para que eventuais acidentes ou mau-uso, não provoquem a parada do equipamento, ou até mesmo sua perda total.

    1b - Memória Permanente de Alta Capacidade
    A memória do REP não poderá ser substituída após seu esgotamento e o equipamento inteiro deverá ser mantido para fiscalização durante 5 anos após a data de realização da última marcação de ponto. Portanto uma grande capacidade de memória garante durabilidade ao produto.

    1 c - Velocidade e Durabilidade da Impressora
    A falha da impressora impedirá a realização de marcações eletrônicas, gerando um grande volume de ocorrências a serem justificadas manualmente.

    Esta situação causa transtornos para o empregador e empregado, portanto, a impressora deve ser robusta e com guilhotina, visando aumentar a disponibilidade operacional do equipamento.

    Uma impressora veloz diminui o tempo necessário para realizar cada marcação permitindo que um número maior de empregados possam ser alocados para cada relógio, reduzindo o número de relógios necessários para atender a demanda da empresa.

    1d - Possibilidade de Manutenção em Campo
    Corrigir falhas do equipamento em campo minimiza os transtornos gerados pela retirada e consequente falta do equipamento por período prolongado. Devido a responsabilidade do fabricante do REP sobre a boa guarda dos dados, um equipamento possibilite a manutenção em campo pela qualidade da sua construção, é vantajoso financeiramente e legalmente.

    1e - Tamanho Adequado da Bobina de Papel
    Uma bobina de papel pequena causará paradas constantes para troca, se uma grande quantidade de empregados utilizam um único REP. Neste caso é aconselhável uma bobina de com 200 ou 360 metros, suficientes para aproximadamente 5.000 comprovantes de 6 cm.

    Para o caso contrário, uma pequena quantidade de marcações poderá manter uma bobina grande durante um longo período dentro do compartimento do relógio, que está sujeito a aquecimento, reduzindo a vida útil do papel.

    1f - Display de fácil visualização
    Equipamentos com display pequeno e sem iluminação causam dificuldade para os funcionários visualizarem as informações, neste caso é aconselhável display com caracteres grandes eBack-ligth.

    1g - Comunicação Via USB
    A maioria dos REPs do mercado possuem apenas a porta fiscal exigida na Portaria 1510, impossibilitando a importação/exportação de dados gerenciais quando o REP não estiver em rede.

    Para evitar esta situação existem equipamentos com porta USB adicional para a coleta das marcações, a entrada de dados cadastrais e gerenciais.

    1h - Software de Gerenciamento de Rede
    Visando aumentar a segurança das informações e facilitar a integração do REP com os aplicativos existentes na empresa, sugerimos que o software de gerenciamento da rede de REP´s contenha recursos, como: BackUp e restauro das biometrias, importação, cadastro e envio de dados de funcionários, comandos gerenciais (data/ hora, configuração de rede), coleta programada, aviso de fim de papel na bobina do REP, entre outros.

  2. Quais os objetivos da Portaria 1510 MTE?

    Regulamentar e disciplinar o registro de ponto eletrônico.

    Gerar um comprovante da marcação para o empregado.

    Promover a segurança jurídica ao uso de Sistemas de Registro Eletrônico de Ponto para empregadores e empregados.

    Garantir ao empregado a integridade e autenticidade das informações usadas no cálculo de sua remuneração.

    Aumentar a eficiência da Fiscalização do Trabalho e a rapidez no julgamento dos processos na Justiça do Trabalho.

    Reduzir o número de processos trabalhistas

  3. Quais os pontos positivos da Portaria 1510?

    Aquisição de sistemas mais seguros por serem homologados.

    Redução das dúvidas judiciárias sobre os apontamentos registrados pela empresa e aqueles demandados pelo empregado.

    Redução de causas trabalhistas.

    Tranquilidade e segurança para o empregado pelo correto apontamento da sua jornada de trabalho.

  4. Quais os pontos negativos da Portaria 1510?

    Investimento inicial em aquisição de novos equipamentos.

    Equipamentos de Uso Exclusivo. O REP não poderá ser utilizado para outras finalidades, como, controle de acesso, controle de entrada em refeitório, etc.

    Aumento no Número de Equipamentos. Devido à impressão do comprovante de registro de ponto, o tempo de cada marcação foi aumentado. A alocação ideal é de aproximadamente 120 empregados por REP, por turno.

    Equipamentos para backup. Para evitar perda de grandes volumes de registros eletrônicos, é aconselhável que haja equipamentos para backup.

    Consumo de papel não reciclável.

  5. O que é SREP?

    É o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinado à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores nas empresas, previsto no art. 74 da Consolidação das leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº. 5.452, de 1º de maio de 1943.

  6. Ao instalar um REP da Athos ele funcionará com o meu software de ponto atual?

    Sim todos os modelos de REP da Athos são compatíveis com o Sistema Operacional Windows e produzem arquivos nos formatos padrões deste ambiente operacional, desta forma conseguem se comunicar com qualquer software de ponto que execute neste ambiente.

    O software de ponto eletrônico utilizado deve estar adaptado as determinações da Portaria 1510 que vigora desde 01 de Agosto de 2010.

  7. Qual a durabilidade da bobina de papel do REP da Athos?

    Cada uma das três linhas distintas de modelos de REP Athos possui um tamanho diferente de bobina de papel. Considerando o tamanho médio de cada tipo de comprovante, temos:

    - StarRep: Bobina de papel de 200 metros para aproximadamente 3.200 comprovantes

    - ForRep: Bobinas de 30 metros para aproximadamente 600 comprovantes

    - RepNet: Bobina de 360 metros para aproximadamente 5.000 comprovantes

  8. Posso fazer controle de horário das marcações dos funcionários nos REP´s da Athos?

    Não. A portaria 1510 não permite que qualquer horário seja controlado por um REP. O empregado cadastrado tem liberdade para realizar todas as marcações que desejar.

    Para obter algum controle das marcações, a empresa poderá manter um controle de acesso em portarias que evitam o acesso indesejado dos empregados aos locais de marcação de ponto.

  9. Quais os principais requisitos da Portaria 1510 que normatiza o Ponto Eletrônico?

    • O REP (relógio de ponto) tem a finalidade exclusiva para marcação de ponto, não podendo ser utilizado como terminal de acesso, controle de mão de obra, ou qualquer outro fim.

    • A memória onde são registradas as marcações de ponto não pode ser apagada ou adulterada.

    • Emitir um comprovante da marcação a cada batida.

    • Não possuir mecanismo que permita marcações automáticas ou restrições às marcações.

    • Possuir MRP (memória de Registro de Ponto) permanente, os dados não poderão ser alterados nem apagados

    • Possuir MT (memória de Trabalho), para armazenagem de cadastros da empresa e dos empregados.

  10. Há instrução do número de empregados que pode bater o ponto em cada relógio?

    Não. É responsabilidade do empregador disponibilizar equipamentos em quantidade e capacidade suficiente para atender aos empregados. É também responsabilidade do empregador manter o equipamento abastecido com papel.

    Um número adequado seria entre 100 a 120 empregados por REP, por turno. No caso da Athos, o modelo StarRep que possui uma impressora de alta velocidade poderia acomodar um maior número de empregados.

Sistemas de Controle de Acesso

  1. O que é um Sistema de Controle de Acesso Eletrônico?

    É um conjunto de equipamentos e dispositivos de bloqueio controlados por um programa de computador específico, utilizado para restrição de acesso de pessoas ou veículos a determinados ambientes, permitindo somente o ingresso dos previamente autorizados, caso haja identificação positiva e a validação da sua permissão pela regra de dias/horários.

  2. Quais os equipamentos e dispositivos de bloqueio que podem ser utilizados em Controle de Acesso Eletrônico?

    O controle de acesso é feito através de obstáculos físicos que podem ser: portas, catracas, torniquetes, cancelas, portinhola, eclusa, etc., desde que equipados com acionamento eletromagnético.

  3. Como as pessoas ou veículos podem ser identificados num Sistema de Controle de Acesso.

    São várias formas que podem ser definidas de acordo com a comodidade de uso, aliadas as necessidades específicas de segurança.

    As pessoas podem ser identificadas através da biometria facial, da biometria digital, como portadores de cartões de identificação que podem ser do tipo SmartCard com ou sem contato, cartões de proximidade, cartões com código de barras ou banda magnética, ou através de senha digitada no teclado dos dispositivos de bloqueio.

    Os veículos normalmente são reconhecidos através do reconhecimento de placas ou através de tag com RFID.

  4. Quais as atividades que necessitam de Sistemas de Controle de Acesso.

    Os Sistemas de Controle de Acesso se destinam a promover a segurança das pessoas e coisas, portanto qualquer atividade pode ser beneficiada com esta aplicação.

    São mais comumente usados em condomínios comerciais, condomínios residenciais de grande porte, clubes, academias, refeitórios, escolas, universidades, indústrias, escritórios, farmácias hospitalares, centros de informática, centrais de armazenagem alfandegados, centros de distribuição de mercadorias, laboratórios, centros de pesquisas, entre outras.

  5. Quais as vantagens de adquirir um Sistema de Controle de Acesso da Athos.

    Os Sistemas produzidos pela Athos utilizam equipamentos de alto desempenho e durabilidade, com funcionamento totalmente on-line, transmitindo dados através de rede TCP/IP.

    Número ilimitado de pessoas ou veículos pode ser cadastrado, sendo que os bloqueios e liberações de acesso são instantâneos.

    Acesso ao software através de senha segura, relatórios cadastrais e gerencias completos.

Coletores de Dados

  1. O que é um coletor de dados, para que serve e o que eu ganho adquirindo um coletor de dados?

    Os terminais coletores de dados da família NetLine são equipamentos desenvolvidos para processar dados adquiridos através dos mais variados leitores e dispositivos, armazenar estes dados e transmitir os mesmos para um microcomputador através de canal serial, Rádio Freqüência, Linha Telefônica, Rede Ethernet TCP/IP ou armazenamento em Pen-Drive para que estes dados sejam utilizados em Sistemas Eletrônicos de Controle de Ponto, Controle de Acesso, Logística, Bibliotecas, Restaurantes, Escolas, Clubes, Hotéis, Fazendas, Centros de pesquisas, Bancos, Indústrias, Hospitais e qualquer aplicação que envolva captura, transmissão e tratamento de dados.

    Os leitores mais comuns que podem equipar os Terminais NetLine são SmartCard, Proximidade (RFID), Biometria digital, Biometria Facial, Código de Barras e Banda Magnética.

    São completamente programáveis, o que lhes garante total flexibilidade de criação de rotinas e funções específicas para cada necessidade de operação.

    Por rodarem na plataforma MS Windows possibilitam a integração total com qualquer software de qualquer aplicação já existente.

    Possuem a capacidade de acionar outros dispositivos eletromagnéticos, como portas, cancelas, torniquetes e portões e também receber informações de equipamentos de medida de peso, altura, luminosidade, sensoriamento entre outros.

    Um coletor de dados proporciona, entre outras coisas, agilidade, confiabilidade, impessoabilidade, segurança no armazenamento dos dados, impedindo fraudes e garantindo que o foco seja para a atividade da empresa e não em funções que podem ser desempenhadas pelos Terminais Coletores de Dados NetLine.

    Os Terminais Coletores de Dados podem ser fixos e portáteis.

  2. Quais são os terminais mais adequados, como posso escolher?

    Cada Terminal coletor de dados NetLine possui grandes diferenciais e com certeza um deles será perfeito para suas necessidades, abaixo segue as principais características de cada.

    NetLine: Terminal extremamente resistente, fabricado com gabinete em chapa de aço, usado geralmente para aplicações onde seja necessário maior robustez do equipamento.

    NetLine II: Terminal com design atraente e dimensões reduzidas, usado geralmente em escritórios e locais menos agressivos.

    Jobby: Terminal portátil leve, anatômico e de grande resistência mecânica, ideal para trabalhos em campo onde exista necessidade de robustez às intempéries do tempo e das próprias funções.

  3. Posso acionar outros dispositivos, como cancelas e torniquetes com os terminais coletores?

    Sim, os Terminais NetLine podem acionar outros dispositivos com acionamento eletromagnético, bem como receber informação deste dispositivo através de seus sensores. Várias combinações são possíveis e com certeza sua necessidade será atendida.

  4. Eu posso usar outro tipo de cartão de identificação, que não seja um modelo Athos, nos coletores?

    Sim, você pode usar qualquer tipo de cartão nos terminais coletores NetLine, inclusive os cartões que já possui, dentro dos padrões possíveis que são:

    SmartCard, Proximidade (RFID), Biometria digital, Biometria Facial, Código de Barras e Banda Magnética.

  5. Como são configurados os terminais coletores da Athos?

    Um diferencial dos terminais coletores NetLine está no fato dos mesmos não serem configurados e sim programados.

    A diferença entre configuração e programação está no fato de que, ao configurar um equipamento estamos simplesmente parametrizando recursos já determinados. Nos terminais programados isto é diferente, você pode criar novos recursos, rotinas e funções com base em uma linguagem de programação simples.

    Ou seja, cada terminal sai de fábrica do jeito que o usuário quer, e o que é melhor, o cliente tem total controle sobre esta programação, podendo inclusive alterar a mesma sem dificuldades.

  6. Qual a autonomia das baterias dos terminais coletores?

    Terminal Autonomia da Bateria de NoBreak Autonomia da Bateria de Memória Tempo de carga das baterias
    NetLine 8 horas 60 dias 6 horas
    NetLine II 8 horas 60 dias 6 horas
    Jobby 12 horas 60 dias 2 horas

    Bateria de NoBreak: Bateria responsável por manter o terminal ligado e operacional mesmo com falta de energia elétrica.

    Bateria de Memória: Bateria responsável por garantir os dados na memória do terminal mesmo com falta de energia e sem carga na bateria de NoBreak.

  7. Como os terminais coletores se comunicam com os computadores?

    Podemos usar os seguintes padrões de comunicação de dados entre os terminais Athos e o computador:

    Canal Serial: RS 232 até 20 metros com 1 terminal

    Rede: Através do protocolo TCP/IP

    Linha telefônica: Através de Modem

    Porta USB

  8. Como a eletricidade pode interferir no funcionamento do meu coletor?

    Os terminais são fabricados com o uso de dispositivos eletrônicos de última geração e também é dotado de fonte de alimentação Bivolt regulável o que lhe proporciona boa capacidade de resistência às mais diferentes tensões.

    Entretanto todos estes dispositivos são fabricados para tensões que variem entre 100 e 240 V, portanto se o terminal for alimentado eletricamente por uma tensão de 300 V, por exemplo, o equipamento pode ser danificado.

    Por este motivo recomendamos o uso de dispositivos que regulem a tensão elétrica no circuito do terminal e que exista neste circuito um aterramento exclusivo para o terminal de forma que todas estas oscilações de tensão possam ser de alguma forma suprimidas antes de chegar ao terminal.

  9. Para que serve o Software NetComm?

    O NetComm é um software desenvolvido para ser a ponte entre os terminais coletores de dados da Athos e o microcomputador. Através de uma linguagem própria de comunicação, o NetComm envia e recebe dados dos terminais Athos e transforma os mesmos em padrões *.TXT ou outros padrões do MS Windows.

Sistemas de Identificação

  1. Qual a diferença entre os cartões em Poliéster (Supercard) e os cartões em PVC?

    A principal diferença entre os cartões em Poliéster e os cartões em PVC está no material de confecção dos mesmos.

    Os cartões em Poliéster, como o próprio nome diz, são confeccionados com um formulário fabricado em Poliéster o que proporciona uma grande durabilidade e flexibilidade, tornando-o muito resistente à quebra, calor, maus tratos, ambiente molhado, não sofrendo desgaste da impressão, tendo, portanto sua vida útil prolongada.

    Os dados e fotografia podem ser impressos no formulário de Poliéster por qualquer impressora laser, colorida ou PB em frente e verso.

    Os cartões em PVC são confeccionados em PVC rígido em diversas espessuras. Como o PVC é um material rígido, os cartões em PVC podem receber identificação por Proximidade (IRFD) e Smart Card.

    Como os dados são impressos na face mais externa do cartão, a impressão sofre maior desgaste pelo atrito, sendo ainda que sua rigidez o torna mais suscetível a quebra.

    Os cartões em PVC devem ser impressos em impressoras de termo-transferência, específicas para esta finalidade.

  2. Quais são os recursos necessários para eu confeccionar os cartões em minha empresa?

    Cartões em PVC: Para imprimir os cartões em PVC em sua empresa, você precisará de uma impressora de termo-transferência, do software de impressão de cartões, que acomode o lay-out dos cartões, ribbons e cartões de PVC em branco. Caso deseje incluir fotografias aos cartões sugerimos uma câmera digital.

    Cartões em Poliéster: Para imprimir os cartões em Poliéster em sua empresa você precisará do software de impressão de cartões WinSic, dos formulários de poliéster, de uma impressora Laser de mercado de uma seladora para realizar a selagem dos cartões. Para inclusão de fotografias pode ser utilizada câmera digital ou convencional

  3. Quais são as etapas que preciso cumprir para implementar um sistema de identificação?

    Primeiramente deve-se definir qual o tipo de cartão será utilizado para a identificação e qual será seu padrão de leitura de dados (Mifare, Proximidade, Código de barras, Banda Magnética ou outros) em seguida deve-se pensar no Layout do cartão (seu desenho). Deve-se determinar também o uso de fotos no cartão para que sejam produzidas. Por fim, devemos preencher os dados dos cartões no Software de impressão de cartões e realizar a impressão dos mesmos.

  4. Quais são os tipos de codificação em cartões que Athos possui para me oferecer?

    A Athos fornece os tipos mais modernos de identificação funcionais do mercado, são eles:
    SmartCard, Proximidade (RFID), Código de barras, Banda Magnética e Finger (biometria digital).

Dúvidas Gerais:

  1. A Athos possui assistência técnica em outros locais fora de São Paulo?

    Sim, visando atender clientes já usuários dos sistemas Athos nas mais diversas regiões do Brasil, contamos com uma rede credenciada em todo o território nacional. Para melhores detalhes: Consulte o item Assistência Técnica

  2. Qual o endereço da Athos?

    Rua Albino Boldasso Gabril, 129 Santo Amaro
    CEP 04719-001 - São Paulo - SP

  3. Como posso acionar o suporte técnico da Athos?

    Através dos telefones:
    (11) 5189 2400 ou (11) 5182 3711
    ou ainda por e-mail em suporte@athos.net

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